sexta-feira, 18 de julho de 2014

"Como assim você não sabe como é incrível? Por que você acha que quando eu tinha 6 anos queria ser grudada em você?"

Só escutando da "My person" algo assim para eu começar a entender...

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Gosto de andar de ônibus, sentada na janela, escutando música e pensando na vida. Que anda meio estranha. 2014 tem sido um constante de altos e baixos. Um sucessão de "estou feliz" e "não aguento mais me sentir assim". Tem sido tudo muito novo, ao mesmo tempo a velha ladainha de sempre. tem sido um grande aprendizado. Reaprender a viver onde sempre vivemos, reaprender a estar sem alguém. Reaprender a confiar, a dar novas chances, a conhecer pessoas, a se decepcionar com elas. 

2014 teve Copa. Ano de Copa é sempre de grandes surpresas.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

NY

Sentada num café, olhando a rua pela janela, e trabalhando. Sim, isso pra mim é estar em NY.

Já vou sair, já vou caminhar, já vou conhecer. Mas nada é mais gostoso num novo lugar que tentar ser local, ter uma rotina.

terça-feira, 19 de março de 2013

23:57 - ímpar

Nasci num dia ímpar, de mês ímpar, ano ímpar, hora ímpar. Coloco 17 gotas de adoçante nas minhas bebidas com mais de 200ml, e vou variando -para mais ou para menos, conforme o tamanho- sempre com números ímpares.

No Pilates, eu faço repetições um número X de vezes - e esse número é sempre ímpar. Faco esteira por 45 minutos, ou 25, 35. 

Sempre que me pedem, escolho um número ímpar. Quando estou nervosa, me acalmo ao conseguir achar algum número ímpar no que me incomoda: se é uma reunião importante, por exemplo, por ser num andar ímpar já me acalma.

Gosto dos números ímpares porque, na minha lógica, eles não são perfeitos. Ao contrário, são a prova de que ser perfeito não é necessário, que as coisas funcionam muito bem, e até melhor, sem serem perfeitas. Os números ímpares se aceitam como eles são. Não se exigem mais do que sabem que podem, não criam expectativas. Não julgam.

Números ímpares são um estilo de vida.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Filosofia barata à francesa

Tive que ir na estação de trem, nesse caso na Gare du Nord. Considero as estações um lugar especial, daqueles em que tudo pode acontecer, que todos os loucos se sentem em casa. E aí me cruzo com um ser aos gritos:


S'il vous plaît, s'il vous plaît. Tanto s'il vous plaît e olha pra onde isso levou a gente!


Filósofo, não?