segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

A nova Tabelinha

Todos os tipos de ciência me fascinam, apesar de eu não entender a maioria delas. O que eu mais gosto no trabalho científico -incluindo a História- é que os resultados, teorias e conceitos podem sempre mudar. E dessa vez, quem aparece de cara nova (pelo menos pra mim), é a famosa Tabela Periódica. Lembram das aulas de Química? Pois é, essa famosa aqui de baixo:


Ela foi criada por um químico russo chamado Dmitri Mendeleev, em 1869 e desde então diversas vezes aperfeiçoada, e é fundamental para muitas gerações de estudantes, entre eles, eu.

Uma vez, aos 14 anos, um professor nos mandou decorar a "famosa" tabela. Ficamos como loucos, claro. Depois contou que era mentira, só queria que nos familiarizássemos com ela. deu um pouco certo, porque depois não tínhamos o "medo" que quase todos têm ao vê-la. Também fui daquelas que ficava inventando frases sem sentido nenhum com os elementos químicos pra tentar decorar as seqüências. E tive a sorte de ter um primo mais velho que já estava na faculdade e, incrivelmente, estudava Engenharia Química.

Mas talvez esse modelo tenha chegado ao fim. Numa reportagem da Superinteressante online está a proposta de um novo modelo da legendária tabela, proposta pelo professor de Oxford Philip Stewart. Abaixo, a "nova" tabela:


Assumo que a nova parece mais interessante, mas isso digo sem nenhum embasamento científico. Esperamos, então, os comentários do tal primo que fez engenharia química. Tato, o que você pode dizer para os leigos, como eu?

4 comentários:

Lola disse...

Que bom que voltou!!!
Você com saudades do Rio e eu louca de vontade de ir a Buenos Aires!!!
Obrigada pela visita e pelo link.
Beijos, moça.

Renato Rosário disse...

Ei, Livinha!

Creeedo, tabela periódica? Vão longe meus tempos de Engenheiro Químico... hehehe

Mas a idéia conceitual é interessante, pois visualmente sugere ser um grande átomo, sendo cada elemento como se fosse um elétron, e com os 7 períodos representados pelas órbitas. Veja que, quanto mais longe do centro, maior o nº atômico de cada elemento. Você rapidamente visualiza, por isso ela é bem bolada.

O problema é que o didatismo dela pára por aí! Para decoreba, acho que fica mais difícil (veja se consegue visualizar rapidamente os semi-metais, por exemplo!) Portanto, para estudantes, o modelo tradicional ainda é o melhor.

Ufa! Chega de Química por hoje!

Beijão,
Renato.

NANDO DAMÁZIO disse...

Lembra um pouco uma galáxia, hehe ..
Mas não importa o visu da tabela, física e química não me atraem mesmo ..
Abração, Lívia !!

Cristiane Fetter disse...

Tudo evolui nessa vida não é?
Beijocas