segunda-feira, 21 de setembro de 2009

De mãos atadas...

É tão ruim quando temos um problema, sabemos como solucioná-lo, mas não podemos. E aí, fazer o que, então?

Queria voltar naquele tempo que a gente deitava à noite, juntinhos, e ficava só dividindo sonhos, que pareciam tão impossíveis. Eles reais não tem aquele gosto que a gente esperava. E aquela realidade, que parecia tão pequena, e era vista só como uma etapa, agora tornou-se o sonho, e parece ser o único lugar onde o mundo faz sentido. Ou melhor, onde ele não faz sentido algum. E por isso é o lugar em que quermos estar.

Repito como a saudade é uma merda.

Um comentário:

R R disse...

É, Livinha...
Saudade não é mole não... Tô numa onda parecida, não vejo a hora do Pedrim nascer pra ficar junto da família de novo...
Mas saudade também tem um lado bom, que é a vontade maior de rever a pessoa, e de saber que gostamos ainda mais dela.
Segura a onda...
Beijão,
Renato.